Curitiba participa da Marcha Nacional Pela Reforma Urbana (PR)

Por UMP

100_7169UMP PR e CMP já estão instaladas na Praça Santos Andrade, organizando e mobilizando a Marcha que será as 18h00 em Curitiba.

Marcha cobra direito à moradia e participação nas políticas públicas para a cidade

A marcha ocorrerá em nove estados simultaneamente, nesta quarta-feira (28).
Em Curitiba a concentração será às 18h, na Praça Santos Andrade.

Curitiba é uma das capitais que irão às ruas nesta quarta-feira (28) para a Marcha pela Reforma Urbana. O ato está sendo organizado por entidades e movimentos ligados ao Fórum Nacional de Reforma Urbana – FNRU, e, além da capital paranaense, ocorrerá no estado do Pará, Amapá, Amazonas, Pernambuco, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Em Curitiba o ato será a partir das 18h, com concentração na Praça Santos Andrade, Centro da cidade. A Marcha pretende reunir famílias atendidas por programas habitacionais, moradores das periferias, população em situação de rua, movimentos urbanos, bicicletadas, movimentos ligados à luta pelo transporte, mídia independente e movimentos de juventude.

Apesar dos programas habitacionais implementados pelo governo federal, o déficit habitacional continua sendo um dos maiores problemas das cidades paranaenses. Em 2011, a carência de moradia era de 272.542, segundo a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar).

Na capital, mais de 170 mil pessoas vivem em favelas, loteamentos clandestinos ou assentamentos que aguardam regularização fundiária, o que resulta em uma demanda de mais de 42 mil casas. Em contraponto ao gritante déficit, Curitiba tem quase 50 mil imóveis ociosos, entre público e privado, segundo levantamento da União Nacional por Moradias Populares (UNMP).

Além da falta de moradia e regularização fundiária, moradores da periferia da cidade enfrentam baixa qualidade de serviços públicos, falta de espaços de cultura e lazer e inacessibilidade às pessoas com deficiência. Diante desse quadro, os movimentos sociais reivindicam transparência e espaços de participação nas políticas públicas urbanas e de planejamento da cidade, e que os órgãos públicos, como IPPUC, COHAB, URBS, pautem a atuação na vontade popular e efetivação de direitos, e não nos interesses imobiliários.

No diz respeito ao transporte público, a organizações e movimentos exigem transparência das informações levantadas e abertura para participação social na CPI da URBS, em andamento na Câmara Municipal de Vereadores.

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