Protesto em frente à Cohab reivindica desapropriação de terreno no Sabará (PR)

(Divulgação | Original em Gazeta do Povo)

Manifestantes solicitam que terreno em localidade da Cidade Industrial de Curitiba seja desapropriado para a construção de moradias para 400 pessoas atualmente sem-teto

Por Antonio Senkovski

Antonio More/Agência de Notícias Gazeta do Povo / Movimento protestou em frente à sede da Cohab, em CuritibaUma manifestação em frente à sede da Companhia de Habitação de Curitiba (Cohab) pede pela desapropriação de um terreno ocupado desde o último dia 30 no Sabará, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Cerca de 200 pessoas participam do protesto que é o terceiro de uma série de atos promovidos durante a semana pelo Movimento Popular por Moradia (MPM), em Curitiba.

Conforme o coordenador do MPM, Fernando Pena, a intenção dos manifestantes é pressionar a Cohab, para que ela se comprometa com o alojamento de pelo menos 400 pessoas no terreno do Sabará que pertence à empresa Damiani. “Se isso não for possível, nossa intenção é que a Cohab sinalize pelo menos para a disponibilização de terrenos em outras áreas nas quais as pessoas que estão na fila da moradia possam viver sem insegurança”, diz Pena.

O terreno ocupado

O local que tem a desapropriação reivindicada pelos manifestantes já foi ocupado duas vezes, em fevereiro e março deste ano. O grupo é formado principalmente por moradores do Uberaba, Centenário, Barigui e Cidade Industrial. O terreno pertence à empresa Damiani Engenharia, que informou, na época da ocupação, no início do mês, que aguarda parecer da prefeitura de Curitiba desde maio de 2010 para a construção de moradias populares na região.

Os manifestantes também reclamam a execução de moradias por meio de parceria com o programa Minha Casa Minha Vida. A modalidade que os moradores do terreno pedem à Cohab é o voltado a entidades. Nesta divisão do programa, segundo Pena, há um incentivo a autoconstrução de moradias por meio de mutirões.

Um grupo de oito pessoas foi recebido por representantes da Cohab para definir as possibilidades de negociação. Os representantes da comissão dos moradores relataram que a companhia se comprometeu a manter a negociação aberta e marcaram uma reunião para segunda-feira (29) entre o MPM e o secretário municipal de Habitação, Osmar Bertoldi.

A Cohab relatou, por meio da assessoria de imprensa, que fará um cadastro das famílias no lote a partir da semana que vem. No dia 29, a Companhia confirma que fará a reunião com o secretário de habitação e os moradores da área.

O órgão complementou afirmando em nota que a “produção de unidades habitacionais está sendo feita em parceria com os governos estadual e federal e possibilitou, desde 2009, a construção de cerca de 10 mil casas e apartamentos para atender à fila e para o reassentamento de famílias”. Ainda segundo o texto, “o atendimento aos inscritos na Companhia segue critérios fixados pelo Ministério das Cidades, com o sorteio de unidades para famílias com renda até R$ 1.600 e convocação por ordem cronológica de inscrição, para famílias com renda acima deste patamar”.

Semana de protestos

A manifestação desta sexta faz parte de uma série de atos que o MPM promove desde o início da semana. Na última segunda-feira (15), integrantes do movimento fizeram uma caminhada pela região do Sabará. Na quarta-feira (17), o grupo foi à frente da Câmara Municipal para protestar pela instauração do aluguel social no município – um benefício que subsidia o aluguel para quem está na fila da construção de casas populares.

Uma manifestação em frente à sede da Companhia de Habitação de Curitiba (Cohab) pede pela desapropriação de um terreno ocupado desde o último dia 30 no Sabará, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Cerca de 200 pessoas participam do protesto que é o terceiro de uma série de atos promovidos durante a semana pelo Movimento Popular por Moradia (MPM), em Curitiba.

Conforme o coordenador do MPM, Fernando Pena, a intenção dos manifestantes é pressionar a Cohab, para que ela se comprometa com o alojamento de pelo menos 400 pessoas no terreno do Sabará que pertence à empresa Damiani. “Se isso não for possível, nossa intenção é que a Cohab sinalize pelo menos para a disponibilização de terrenos em outras áreas nas quais as pessoas que estão na fila da moradia possam viver sem insegurança”, diz Pena.

O terreno ocupado

O local que tem a desapropriação reivindicada pelos manifestantes já foi ocupado duas vezes, em fevereiro e março deste ano. O grupo é formado principalmente por moradores do Uberaba, Centenário, Barigui e Cidade Industrial. O terreno pertence à empresa Damiani Engenharia, que informou, na época da ocupação, no início do mês, que aguarda parecer da prefeitura de Curitiba desde maio de 2010 para a construção de moradias populares na região.

Os manifestantes também reclamam a execução de moradias por meio de parceria com o programa Minha Casa Minha Vida. A modalidade que os moradores do terreno pedem à Cohab é o voltado a entidades. Nesta divisão do programa, segundo Pena, há um incentivo a autoconstrução de moradias por meio de mutirões.

Um grupo de oito pessoas foi recebido por representantes da Cohab para definir as possibilidades de negociação. Os representantes da comissão dos moradores relataram que a companhia se comprometeu a manter a negociação aberta e marcaram uma reunião para segunda-feira (29) entre o MPM e o secretário municipal de Habitação, Osmar Bertoldi.

A Cohab relatou, por meio da assessoria de imprensa, que fará um cadastro das famílias no lote a partir da semana que vem. No dia 29, a Companhia confirma que fará a reunião com o secretário de habitação e os moradores da área.

O órgão complementou afirmando em nota que a “produção de unidades habitacionais está sendo feita em parceria com os governos estadual e federal e possibilitou, desde 2009, a construção de cerca de 10 mil casas e apartamentos para atender à fila e para o reassentamento de famílias”. Ainda segundo o texto, “o atendimento aos inscritos na Companhia segue critérios fixados pelo Ministério das Cidades, com o sorteio de unidades para famílias com renda até R$ 1.600 e convocação por ordem cronológica de inscrição, para famílias com renda acima deste patamar”.

Semana de protestos

A manifestação desta sexta faz parte de uma série de atos que o MPM promove desde o início da semana. Na última segunda-feira (15), integrantes do movimento fizeram uma caminhada pela região do Sabará. Na quarta-feira (17), o grupo foi à frente da Câmara Municipal para protestar pela instauração do aluguel social no município – um benefício que subsidia o aluguel para quem está na fila da construção de casas populares.

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