Chiquinha Gonzaga e Quilombo das Guerreiras: Solidariedade à luta por moradia no Rio! (RJ)

(Divulgação | Original em Autogestão.org)

Pinheirinho é aqui!

Ocupação Chiquinha Gonzaga, localizada atrás da Central, conseguiu em março de 2009, a Concessão de Direito Real de Uso do prédio. O INCRA o cedeu para a União que o cedeu para o ITERJ (Instituto de Cartografia e Terras do Estado do Rio de Janeiro), já com a finalidade de transformá-lo em habitação popular. Fomos informados pelo ITERJ que só teremos o registro definitivo de direito de uso quando terminar a obra financiada pelo FNHIS (Fundo Nacional para Habitação de Interesse Social). Só que a obra está emperrada porque estão esperando o nosso “generoso” governador, Sérgio Cabral (PMDB), assinar o recebimento do prédio. Ou seja, ele precisa aceitar o prédio que a União está cedendo. Seria tranquilo se a cessão do prédio não estivesse vinculada à condição de dar casa para pobres no centro do Rio. Portanto precisamos pressionar o Cabral para assinar logo os documentos referentes ao prédio da Barão de São Félix 110 e a liberação imediata da obra financiada pelo FNHIS. Com a revitalização da área, fica cada vez mais difícil que trabalhadores pobres garantam seu direito à moradia.

Ocupação Quilombo das Guerreiras, situada na Av. Francisco Bicalho 49, é mais uma comunidade ameaçada de despejo. Segundo a CDURP (Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto) o imóvel da Companhia Docas possivelmente terá que ser desocupado em Março de 2012. Há mais de cinco anos as famílias ocuparam este prédio. Um prédio abandonado há vinte anos. Servindo a poeira e a especulação imobiliária. Transformado em moradia pelo Coletivo da Ocupação. Hoje, com a negociação das áreas centrais  por conta das  Olimpíadas e da Copa (mascarada de “revitalização” das áreas centrais e Porto Maravilha), todo espaço, principalmente os públicos, passam a ser usados para interesse dos empresários. O trabalhador é empurrado para áreas periféricas, como a Zona Oeste, sem a mínima condição de sobrevivência nestes projetos de reassentamento. Necessidades básicas não são atendidas como: educação, saúde, transporte, lazer. Como você imagina o Centro?  Um lugar fantasma voltado para o turismo, ocupado pelos ricos ou com  espaço também para o trabalhador que constrói esta cidade?

Posicione-se, não se cale diante das injustiças!

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  1. #1 por MARIA APARECIDA SILVA BARBOSA em 08/03/2012 - 9:24

    Todo trabalhador tem por direito morar próximo do seu trabalho a solução é ocupar todos os imóveis

    que estão fechado servindo de especulação.

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